No último dia do ano a gente se reúne ao crepúsculo em um boteco fuleiro para fazer um balanço do ano, ao som do animal selvagem do brega, John Maya.
Feito isso, cada um pega o rumo. Muitos de nós nos encontraremos novamente depois da meia-noite na nossa festa de reveillon, onde os instrumentos musicais estarão nos aguardando para mais um espetáculo memorável (qualidade não está em discussão).
É assim que terminamos e começamos os anos. Assim é e assim tem sido há tantos anos que é preciso re-contar sempre. Parece até que sempre foi assim. E até parece que sempre vai ser.
